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4 de maio de 2016

SITE EM MANUTENÇÃO

O nosso site está temporariamente fora do ar para realizarmos algumas atualizações. Você pode encontrar através desta página informações sobre o Instituto Baccarelli e sobre nossos grupos pedagógicos, consultar a nossa temporada de apresentações para 2016, entrar em contato com a nossa assessoria de imprensa e saber sobre nossos perceiros.

Caso não encontre o que procura, você pode escrever para o e-mail comunicacao@institutobaccarelli.org.br e nos perguntar.

Estamos nos esforçando para publicar em breve um site que atenda às necessidades de todos!

30 de março de 2016

INSTITUTO BACCARELLI CELEBRA 20 ANOS COM APRESENTAÇÃO NA SALA SÃO PAULO

Coral da Gente do Instituto Baccarelli, Orquestra Juvenil Heliópolis e Orquestra Sinfônica Heliópolis, sob regência de Isaac Karabtchevsky, fazem o concerto comemorativo das duas décadas de atuação da instituição, em 18 de dezembro

Orquestra Sinfônica Heliópolis por Rafael de Queiroz

O concerto de 18 de dezembro, às 17h, na Sala São Paulo, do Coral da Gente do Instituto Baccarelli, da Orquestra Juvenil Heliópolis e da Orquestra Sinfônica Heliópolis, sob a batuta de seu maestro e diretor artístico, Isaac Karabtchevsky, será especial. A apresentação, que celebrará os 20 anos do Instituto Baccarelli, contará com as participações de ex-alunos, patrocinadores e convidados que, nessas duas décadas, contribuíram para que o Instituto exercesse sua proposta de contribuir para a inserção social por meio do ensinode música erudita para crianças e jovens da região.

A apresentação inicia-se com o Coral da Gente, que cantará por cerca de 20 minutos, com um repertório diverso, que inclui a clássica obra de Dan Forrest, “Psalm 8 [Adonai, Adonenu]”, além das canções brasileiras “Maria Maria” (Milton Nascimento), com arranjo de Damiano Cozzella e adaptação de Marcelo Recski, “Feira de Mangaio” (Sivuca / Clara Nunes) e “Depende de nós” (Ivan Lins / Vitor Martins), estas últimas com arranjo de Juliana Ripke.

Na sequência, as orquestras Juvenil e Sinfônica tocarão a abertura da “Cavalleria Leggera”, do maestro e compositor croata Franz von Suppé (1819 - 1895). A composição foi usada pela Disney, em 1942, para o desenho de Mickey Mouse, “Hora Sinfônica”. Em seguida, a abertura de “A Força do Destino”, do compositor italiano Giuseppe Verdi (1813 - 1901), e a abertura de “Rienzi”, do maestro e compositor alemão Richard Wagner (1813 - 1883). Para encerrar, a alvorada de “Lo Schiavo”, do compositor brasileiro Antônio Carlos Gomes (1836 - 1896).

Franz von Suppé nasceu na Croácia, em 1819, e compôs cerca de 30 operetas, 180 farsas, assim como balés e diversos trabalhos cênicos. Em Zadar, Croácia, recebeu suas primeiras lições de música, criando composições ainda muito jovem. Apesar da maior parte de suas óperas ter mergulhado na obscuridade, as aberturas “O Poeta e o Camponês” (1846) e a “Cavalleria Leggera” (1866) sobreviveram, fazendo grande sucesso e sendo aproveitadas para trilhas sonoras de filmes, desenhos animados e propagandas. A composição “Manhã, Meio-dia e Tarde em Viena” era o tema central do desenho Pernalonga. Já “O Poeta e o Camponês” aparece no desenho animado do Popeye, como “A Abertura Espinafre” (1935), do estúdio Fleischer.

Giuseppe Verdi nasceu na Itália, em 1813, em uma família de origem humilde. Depois de revelar interesse pela música, ganhou do pai uma espineta (antigo instrumento de teclado e corda, semelhante ao cravo). Aos 12 anos já era o organista da igreja de sua cidade. Sob a proteção de um comerciante italiano, seguiu para Milão, onde prosseguiu seus estudos. Verdi alcançou ruidoso sucesso com a ópera “Nabuco”, em 1842. O enredo, que relata o conflito entre assírios e judeus, incendiou a imaginação do povo italiano, que encontrou semelhanças entre os judeus e a sua própria luta contra a opressão austríaca. A música de Verdi acompanharia a transformação da península italiana em Estado independente, livre e unitário. Também escreveu as óperas “Rigoletto” (1851), “Il Trovatore” (1853) e “La Traviata” (1853), até hoje suas peças mais representadas no mundo inteiro. O romantismo de Verdi crê na capacidade redentora do amor, tem simpatia pelos humilhados e protesta contra as injustiças. Mais tarde, compôs obras mais maduras, como “Un Ballo in Maschera”, “La Forzadel Destino” e “Don Carlos”. Suas últimas composições são obras sacras: “Ave Maria”, “Stabat Mater”, “Laudie Te Deum”. Ao morrer, deixou em testamento uma grande fortuna para uma fundação que ajudava músicos pobres.

Wilhelm Richard Wagner nasceu em 1813, na Alemanha. Foi compositor, maestro, intelectual, ativista político e representante do neo-romantismo alemão. Nascido em uma família de artistas, viveu cerca de três anos em Paris e, aos 29 anos, retornou para a Alemanha, onde sua ópera "Rienzi" foi encenada. Wagner escreveu diversos artigos defendendo a revolução alemã de 1848, que fracassou, tendo que fugir do país sem ver a primeira apresentação de "Lohengrin", feita por Liszt em 1850. Wagner acreditava na criação de uma música nacional que, baseada nos mitos de origem do povo alemão e na criação da identidade coletiva, fosse capaz de educar e formar um novo homem, uma nova sociedade. Convencido de que precisaria de um teatro especial para apresentar a tetralogia “O Anel dos Nibelungos”, Wagner concebeu o Teatro Bayreuth, na Bavária, com o apoio do rei. O espaço foi inaugurado em 1876. Em 1883, ditou para a esposa sua autobiografia e morreu em Veneza.  

Antônio Carlos Gomes nasceu em 1836, em Campinas, e iniciou seus estudos musicais aos dez anos, sob a supervisão do pai. Aos 18 anos, compôs sua primeira missa, a de São Sebastião. Em 1860, mudou-se para o Rio de Janeiro para estudar no Conservatório de Música, apresentando suas primeiras óperas: "A Noite do Castelo" (1861), com libreto de Fernando Reis, e "Joana de Flandres" (1863). Com o apoio do imperador Pedro II, viajou para a Itália, onde teve aulas com o maestro Lauro Rossi e, em 1866, acabou recebendo o título de Maestro no Conservatório de Milão. Em 1870, estreou em Milão, no Teatro Scala, sua ópera mais conhecida, "O Guarani", baseada no romance homônimo de José de Alencar. A obra foi encenada posteriormente nas principais capitais europeias e essa ópera deu-lhe a reputação de um dos maiores compositores líricos da época. Depois de compor "Salvador Rosa" (1874) e "Maria Tudor" (1879), Carlos Gomes retornou ao Brasil. Dirigiu as montagens de "O Guarani" e de "Salvador Rosa", na Bahia e no Rio de Janeiro. Ambas foram sucesso de crítica e público, fazendo com que o compositor passasse a dividir seu tempo entre o Brasil e a Europa. No Rio de Janeiro, apresentou "O Escravo" (1889), uma homenagem à princesa Isabel e à Lei Áurea. Após a proclamação da República, perdeu o apoio oficial e retornou a Milão, onde estreou "O Condor" (1891). Muito doente, deprimido e em dificuldades financeiras, compôs seu último trabalho, "Colombo", que dedicou ao quarto centenário do descobrimento da América.

Coral da Gente do Instituto Baccarelli, Orquestra Juvenil Heliópolis e Orquestra Sinfônica Heliópolis, sob regência de Isaac Karabtchevsky
Local: Sala São Paulo     
Endereço: Praça Júlio Prestes, 16 - Campos Elíseos – São Paulo/SP
Data: 18 de dezembro (domingo), às 17h
Ingressos: R$ 40 (inteira)
Vendas: Ingresso Rápido (www.ingressorapido.com.br ou 11/4003.1212)
Capacidade: 1.484 lugares (sendo 15 cadeirantes, 4 obesos e 48 em camarotes cativos)
Classificação etária: a partir de 7 anos, acompanhado dos pais ou responsáveis
Duração: 70 minutos

GRUPOS DO INSTITUTO BACCARELLI ENCANTAM PÚBLICO DA VILA MADALENA COM CLIMA DE BOSSA NOVA AO XAXADO EFLASH MOBNATALINO PARA ENCERRAMENTO DO ANO

Últimas edições de 2016 do “Baccarelli na Rua”, projeto em parceria com o Catraca Livre, apresentam o Quinteto de Sopros e Coral da Gente do Instituto Baccarelli nos dias 3 e 10/12

Baccarelli na Rua por Rafael de Queiroz

Nas últimas apresentações do ano, o projeto “Baccarelli na Rua”, uma parceria do Instituto Baccarelli com o Catraca Livre, promove concerto abertono dia 3 de dezembro (sábado), às 15h00, do Quinteto de Sopros do Instituto Baccarelli, em frente ao Armazém da Cidade, no bairro boêmio da zona oeste paulistana, a Vila Madalena. Os alunos Diego Nascimento (flauta), Erick Félix (oboé), Victor Sandoval (clarinete), Matheus Barroso (fagote) e Jéssica Alves (trompa) convidam o público para um passeio musicalpela orla carioca com Garota de Ipanema, versão clássica da famosa composição de Antonio Carlos Jobim e Vinícius de Moraes.Também no repertório diversificado estão Xaxando no Cerrado, de Fernando Morais, Divertimento em Si Bemol Maior, HobII:46, de Joseph Haydn, e Variações Sérias [Sobre um tema de Anacleto de Medeiros], de Ronaldo Miranda.

Para comemorar o mês do Natal, no dia 10 de dezembro (sábado), às 15h00, o Coral da Gentedo Instituto Baccarelli, grupo formado por 55 alunos, sob a regência de Silmara Drezza e preparo cênico feito por Lucas Migliorini, apresenta um pot-pourri de músicas natalinas, além de Cantata nº147 – Herzund Mund Tat und Leben: Excertos, de Johann Sebastian Bach. Marcando o encerramento do projeto, o coral e os alunos de instrumentos de cordas e sopros retomam o formato Flash Mob pela região conhecida como Parque da Vila.

Iniciado em agosto de 2016, na região da Vila Madalena, o “Baccarelli na Rua” é uma nova experiência que traz o público e os músicos ao encontro da música popular e erudita em pontos de lazer da cidade, fazendo das ruas polos culturais. Gilberto Dimenstein, o idealizador e coordenador do Catraca Livre, revela que era uma ideia antiga: “Tenho uma extraordinária e imensa admiração pelo Instituto Baccarelli. Sempre estivemos muito próximos. Quando iniciou o projeto Parque da Vila, que fecha algumas ruas da Vila Madalena nos finais de semana, convidamos algumas vezes os grupos do Instituto para se apresentarem, e era sempre um sucesso. Então surgiu a ideia de tornar essas apresentações mais frequentes e montamos o projeto “Baccarelli na Rua”. O Instituto já atua com inclusão social e cultural e, nesse contexto, nossa proposta foi trabalhar a inclusão territorial, ocupando as ruas e chamando as pessoas para as apresentações gratuitas.”

Na opinião do diretor de Relações Institucionais do Instituto Baccarelli, Edmilson Venturelli,“a música de concerto é vista como algo muito distante do público, quase inacessível e para poucos, quando, na verdade, deveria ser justamente o oposto. A música é uma produção da sociedade e tem de estar em todos os lugares, nas ruas, nos metrôs, nas salas e teatros, para qualquer pessoa.”

Calendário das apresentações
03/12: Quinteto de Soprosdo Instituto Baccarelli
10/12:Coral da Gente do Instituto Baccarelli
  
Projeto Baccarelli na Rua
Local:em frente ao Armazém da Cidade, no Parque da Vila
Endereço:Rua Medeiros de Albuquerque, 270
Data: 3 e 10 de dezembro de 2016 (sábados)
Horário: às 15h00
Ingressos: gratuito
Classificação etária: livre
Duração:40 minutos

EM NOVEMBRO, QUINTETO DE METAIS E TRIO DE CORDAS DO INSTITUTO BACCARELLI VOLTAM ÀS RUAS DA VILA MADALENA PARA APRESENTAÇÕES GRATUITAS

Desde agosto, projeto “Baccarelli na Rua”, em parceria com o Catraca Livre, leva grupos musicais de Heliópolis para apresentações de música erudita no Armazém da Cidade

Armazém da Cidade, por Rafael de Queiroz

Em 12 de novembro (sábado), às 15h40, o Quinteto de Metais, do Instituto Baccarelli, se apresentará novamente no Armazém da Cidade, na Vila Madalena. No dia 26 (sábado), será a vez de o Trio de Cordas retornar ao bairro. A ação faz parte do projeto “Baccarelli na Rua”, que, em parceria com o Catraca Livre, leva, desde agosto, novos grupos musicais para a Vila Madalena. O formato aproxima a música de concerto do grande público, além de ser um convite para as pessoas incluírem em suas agendas culturais visitas mais frequentes às salas de concerto da cidade.

O “Baccarelli na Rua” é uma nova experiência que traz o público e os músicos ao encontro da música popular e erudita em pontos de lazer da cidade, fazendo das ruas polos culturais. Gilberto Dimenstein, o idealizador e coordenador do Catraca Livre, revela que era uma ideia antiga: “Tenho uma extraordinária e imensa admiração pelo Instituto Baccarelli. Sempre estivemos muito próximos. Quando iniciou o projeto Parque da Vila, que fecha algumas ruas da Vila Madalena nos finais de semana, convidamos algumas vezes os grupos do Instituto para se apresentarem, e era sempre um sucesso. Então surgiu a ideia de tornar essas apresentações mais frequentes e montamos o projeto "Baccarelli na Rua". O Instituto já atua com inclusão social e cultural e, nesse contexto, nossa proposta é trabalhar agora a inclusão territorial, ocupando as ruas e chamando as pessoas para as apresentações gratuitas.”

Em dezembro, em clima natalino e marcando o encerramento do projeto, o coral e os alunos de instrumentos de cordas e sopros retomam o formato Flash Mob pela região conhecida como Parque da Vila e apresentarão, nos dias 3 e 10, o repertório de Natal.

“A música de concerto é vista como algo muito distante do público, quase inacessível e para poucos, quando, na verdade, deveria ser justamente o oposto. A música é uma produção da sociedade e tem de estar em todos os lugares, nas ruas, nos metrôs, nas salas de concerto, nos teatros - deve ser acessível a qualquer pessoa. O projeto “Baccarelli na Rua” nasceu de uma conversa com o Dimenstein justamente nesse sentido: de tornar a música de concerto acessível para quem quiser. Em parceria com o Catraca Livre, vamos colocar essa experiência no Parque da Vila, um espaço que tem se tornado um importante polo cultural de São Paulo. Essas apresentações ampliam o trabalho de inclusão do Instituto para além da questão social e cultural, trazendo,também, a inclusão territorial”, afirma o diretor de Relações Institucionais do Instituto Baccarelli, Edmilson Venturelli.

Calendário das apresentações

12/11, às 15h40: Quinteto de Metais do Instituto Baccarelli
26/11, às 15h40: Trio de Cordas do Instituto Baccarelli
3/12 e 10/12, às 15h40: encerramento do projeto com o Grupo de Câmara do Instituto Baccarelli


SERVIÇO

Projeto Baccarelli na Rua
Local: em frente ao Armazém da Cidade, no Parque da Vila
Endereço: Rua Medeiros de Albuquerque, 270
Data: 12 e 26 de novembro
Horário: às 15h40
Ingressos: gratuito
Classificação etária: livre
Duração: 40 minutos

ORQUESTRA SINFÔNICA HELIÓPOLIS E CAMERATA DO INSTITUTO BACCARELLI APRESENTAM-SE NO AUDITÓRIO MASP UNILEVER EM 20 DE NOVEMBRO

Com ingressos a preços populares, o programa da manhã inclui obras de
consagrados compositores brasileiros, como Pixinguinha e Chiquinha Gonzaga;
à tarde, repertório erudito com peças de Mendelssohn, Locatelli e Händel


Orquestra Sinfônica Heliópolis por Rafael de Queiroz

Em continuidade ao calendário de apresentações no Auditório MASP-Unilever, o Instituto Baccarelli levará ao palco, em 20 de novembro, os integrantes da Orquestra Sinfônica Heliópolis (OSH) e da Camerata do Instituto Baccarelli.  As apresentações ocorrem às 11h e às 16h, respectivamente, com ingressos a preços populares.

O domingo musical tem início com a OSH – o principal núcleo musical do Instituto – sob a regência do maestro Edilson Ventureli e participações da soprano Erika Muniz, integrante do Coro da Osesp, e do flautista Leandro Oliveira. O programa idealizado para a apresentação presta homenagem ao Dia da Consciência Negra (20 de novembro), reunindo solistas e obras que remetem ao tema da data comemorativa, e será aberto por peças sacras do padre, compositor, professor de música, maestro e instrumentista brasileiro José Maurício Nunes Garcia (1767-1830). A primeira composição é “Abertura (em Ré)”, seguida por “Te Christe Solum Novimus”. De José Rodrigues Domingues de Meireles (1760-1800), será interpretada a obra “O Lingua Benedicta – Para Soprano Solo, Cordas e Continuo”.

Na segunda parte do programa, a OSH brindará a plateia com obras assinadas por grandes compositores brasileiros. De Antonio Carlos Gomes (1836-1896), será executada “Pensamentos”; de Oscar Lorenzo Fernandez, “Essa Nega Fulô; de Radamés Gnattali (1906-1988), “Suíte Retratos”.  O encerramento trará para a plateia ainda a consagrada obra de Pixinguinha (1897-1973), “Carinhoso”.

À tarde, sobem ao palco do auditório da Avenida Paulista os músicos da Camerata do Instituto Baccarelli, sob a orientação de Pedro Visockas, e participação de Juan Rossi ao violino. O repertório inclui a “Sinfonia de Cordas n0 1 em Dó Maior”, de Felix Mendelssohn-Bartholdy (1809-1847); o “Concerto Para Violino em Ré Maior, Op. 2 no 12 – O Labirinto Harmônico”, de Pietro Locatelli (1695-1764); e, para fechar a apresentação, o “Concerto Grosso em Lá Menor, Op. 6 nº 4, HWV 322”, de Georg Friedrich Händel (1685-1759).

(SERVIÇO)
Auditório MASP Unilever
Endereço: Avenida Paulista, 1578
Dia e horário: 20/11, às 11h e às 16h
Duração: 60 minutos
Ingressos (preços populares): R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)
Capacidade: 374 pessoas; há acesso para portadores de necessidades especiais
Vendas: bilheteria do MASP ou pela Ingresso Rápido (www.ingressorapido.com.br ou 11/4003.1212)
Classificação: livre